Fonasefe protocola ofício exigindo que governo tome as medidas necessárias para a implementação do reajuste dos benefícios (alimentação, saúde e creche) no dia 01 de maio de 2024, como apresentado na reunião de negociação do dia 18 de dezembro de 2023.
No documento, o Fonasefe demanda também o agendamento urgente de uma reunião extraordinária da Mesa geral para debater o índice do reajuste salarial para 2024.
Em janeiro desse ano, a bancada sindical protocolou a sua contraproposta.
Enquanto os servidores propõem que a recomposição seja dividida em três parcelas iguais de 10,34%, em 2024, 2025 e 2026 para os servidores federais que em 2015 firmaram acordos por dois anos- 2016 e 2017; e de 7,06%, em 2024, 2025 e 2026 para os servidores que em 2015 fecharam acordos salariais por quatro anos (2016 a 2019), o governo propõe reajuste 0% em 2024 e 4,5% em 2025 e 2026.
É inaceitável que a proposta do governo seja de congelamento salarial em 2024, diante das notícias de arrecadação recorde da União, tendo o maior desempenho desde 1995.Ainda que em concordância com a proposta oficial do governo de recomposição dos benefícios, reforçamos o compromisso das entidades representativas das e dos servidores público no propósito de buscar a isonomia dos benefícios entre o executivo e os demais poderes.
Promessa do governo:
▪ Auxílio-alimentação, de R$ 658 para R$ 1 mil;
▪ Valor per capita referente ao auxílio-saúde, de R$ 144 para R$ 215;
▪ Auxílio-creche, de R$ 321 para R$ 484,90.
FONTE: FONASEFE