5% de REAJUSTE? Desrespeito como política institucionalizada de Governo!

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O Sindicato dos Servidores do IFCE – SINDSIFCE, em consonância com o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais, repudia o suposto reajuste de 5% para todo o funcionalismo público, anunciado pela imprensa no final da tarde de 13 de abril de 2022; o “jogo” midiático e eleitoreiro do Governo Bolsonaro choca todas as categorias, mas não surpreende, afinal, o desrespeito é a política institucionalizada deste Governo.  

Demonstra, assim, mais uma vez, seu total desprezo pelas entidades sindicais, pelos formatos democráticos e pelo diálogo, ferramenta fundamental para a construção de consensos.  

Nosso processo de luta, em torno dos 19,99%, foi embasado em estudos, pesquisas e análises, que demonstraram ser possível a recomposição salarial. No entanto, o Governo ignora os fatos, os números e – tão ou mais importante: ignora a força para lutar da nossa categoria!  

A perda inflacionária que buscamos recompor, não trata de permitir que o trabalhador do serviço público goze de privilégios – como assim gostam de falaciar – mas, simplesmente – e tão somente  – , garantir o justo acesso ao básico na geladeira!  

O percentual de 5% é insuficiente diante das perdas já acumuladas – somente nos três primeiros meses deste ano a inflação acumulada é de 3,2% e a média das previsões para a inflação de 2022 já estão em 7,5%, resultado de uma política tosca, errática e elitista!  

Exigimos respeito! 

Seguimos na luta e convidamos todas as categorias do serviço público federal para continuar a Campanha Salarial 2022, construindo ou aumentando as greves e mobilizações, pressionando o governo e fortalecendo a Semana Nacional de Lutas em Brasília-DF, de 25 a 29 de abril, especialmente com paralisações das categorias que ainda não aderiram ao movimento paredista unificado e atos conjuntos das categorias em greve e em mobilização pela justa recomposição salarial de quem serve ao Brasil. Tem dinheiro pra viagra e pra pastores, cadê o respeito aos servidores? 

Negocia Já!

Fonte: SindsIFCE