Combustíveis, alimentação e energia seguem em alta; carne, batata inglesa e café ficaram ainda mais caros
O IBGE divulgou nesta sexta-feira (24) o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que é considerado a prévia da inflação, que ficou em 1,14% no mês de setembro, o maior nível para o mês desde 1994, quando ficou em 1,63%, e o Brasil era governado por FHC (PSDB).
Além disso, o resultado do mês é o maior da série histórica desde fevereiro de 2016 (1,42%).
No ano, o indicador acumula alta de 7,02%, e nos últimos 12 meses ultrapassa os dois dígitos (10,05%).
Os dois setores responsáveis pela alta do mês foram o combustível e a energia elétrica.
Os combustíveis avançaram 3%, mais do que a alta de agosto, quando apresentaram alta de 2,22%.
A gasolina subiu 2,85% e já acumula alta de 39,05% nos últimos 12 meses.
O Etanol teve alta de 4,55%, gás veicular de 2,04% e o óleo diesel de 1,63%.
O setor de alimentação e bebidas em domicílio teve alta de 1,29% em agosto para 1,51% em setembro.
Ainda no setor de alimentação, registraram alta: carne (1,10%), bata inglesa (10,41%), café moído (7,80), frango em pedaços (,4,70%), frutas (2,81%) e leite (2,01%).
O grupo de habitação mais uma vez foi afetado pela alta da energia elétrica (3,61%), ainda que ela tenha desacelerado em relação ao mês de agosto (5%).
Fonte: Revista Fórum